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Booming middle class fuels Brazil beauty marketBrasil: o acesso da classe média faz explodir o mercado de beleza

staff
28 agosto 2012

The beauty industry is booming in Brazil, where meticulous manicures, sophisticated scents and impeccable make-up are a must-have for women who have made the country the sector’s world number three.

O comércio de produtos de beleza está em plena ascensão no Brasil, onde unhas coloridas, perfumes refinados e maquiagem sofisticada geram receitas de novos clientes que içaram o mercado brasileiro ao terceiro lugar no rank mundial do setor.

Last week, Sao Paulo hosted “Nails Fashion Week” – where about a dozen domestic and foreign brands are offering up the latest trends in nail color as well as stilettos, make-up and eyewear in a bid to seduce new customers.

“We created this event in order to spark new trends and seal new partnerships. Some brands participate but many others came to check it out. The idea is to keep getting bigger,” event founder Luciana Medeiros told AFP.

For the first time this year, the salon featured more than nail products, as organizers and vendors alike have realized that the Brazilian beauty products market is expanding quickly.

About 40 million people have joined the middle class in the past decade in the Latin American powerhouse, now the world’s sixth-largest economy – and beauty retailers see opportunities for major sales.

US door-to-door beauty products seller Avon has an enormous interest in Brazil, with the company’s local marketing chief Ricardo Patrocinio saying the business is “growing in very interesting proportions” in the country.

“Consumers have increased purchasing power and are open to buying different kinds of products,” Patrocinio said.

According to a study by market research firm Euromonitor cited recently by a Brazilian industry association, the sector generated $43 billion in sales in 2011, up 19 percent from the previous year.

That means Brazil now accounts for 10 percent of the global beauty products market, putting it in third place behind the United States and Japan.

 

Cutting-edge market

The Brazilian Association of the Cosmetic, Toiletry and Fragrance Industry attributes the growth to several factors, including the increasing number of women in the workplace and the seemingly constant launches of new products.

Economist Marcelo Neri of the Getulio Vargas Foundation says socioeconomic factors are definitely in play.

“Women are working more, have more money and are having fewer children, which allows them to have even more money. Between 2001 and 2009, women’s incomes rose 38 percent, against just 16 percent for men,” Neri told AFP.

“In Brazil, those who are successful… can start buying products to which they did not have access before. There are 40 million of them.”

Renata Leite, a marketing executive for Colorama, a nail polish brand bought a decade ago by French cosmetics giant L’Oreal, said her company’s products have a broad-based appeal: from the working poor to the upper class.

“We hope to turn Brazil into a cutting-edge market that sets trends. This market can do that,” Leite said.

Alexandre Zolko, who launched the footwear brand My Shoes three years ago, is also counting on Brazil’s growing middle class to help grow his business. He says his motto is “accessible luxury.”

“My products are aimed at those using credit cards,” he said on the sidelines of Nails Fashion Week.

According to official data, Brazil’s middle class now has about 95 million people, or about half the country’s population.

 

Source: AFP

Com o slogan “A moda é democrática”, o “Fashion Week Nails” (NFW) abriu esta semana em um armazém em São Paulo. Salto alto, maquiagem, óculos, esmaltes: uma dúzia de marcas brasileiras e estrangeiras competem em criatividade para atrair as brasileiras. “Nós criamos este evento para lançar novas tendências e estabelecer parcerias. Algumas marcas estão envolvidas, mas muitas outras vieram para medir a temperatura. A idéia é continuar a crescer “, disse à AFP Luciana Medeiros, uma das criadoras do show que pela primeira vez oferece outros produtos direcionados à manicure.

Porque os organizadores e expositores estão cientes de que o mercado brasileiro está em pleno crescimento, com cerca de 40 milhões de pessoas que se juntaram às fileiras da classe média na década passada.

10% mercado mundial em 2011

Segundo um estudo realizado pelo instituto Euromonitor, publicado recentemente pela Associação Brasileira da Indústria da Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC), o setor gerou US$ 43 bilhões em receita em 2011 (19% a mais que no ano passado).

Com 10% mercado mundial, o Brasil agora só fica atrás dos EUA e do Japão. A ABIHPEC atribui esse crescimento a vários fatores: uma maior presença das mulheres no mercado de trabalho, melhor produtividade alcançada graças as novas tecnologias e a multiplicação de lançamentos de novos produtos.

A esse contexto se juntam os parâmetros sócio-econômicos, diz o economista Marcelo Neri da Fundação Getúlio Vargas. “As mulheres trabalham mais, ganham mais dinheiro e têm menos filhos, permitindo-lhe aumentar suas receitas. Entre 2001 e 2009, os salários das mulheres subiu em 38% contra 16% dos homens”, explicou Neri à AFP. “No Brasil, os que prosperam são as pessoas pertencentes à base (da pirâmide), que podem começar a consumir os produtos que não tinham acesso antes. Eles são 40 milhões”, diz o economista.

“Estamos lidando com consumidores da classe C e D – do mais modesto às classes mais altas”, diz Renata Leite, gerente de marketing da Colorama, uma marca de esmaltes comprada há uma década pelo grupo francês L’Oreal. “Queremos que o Brasil tenha um papel de destaque, lançador de tendências. Este mercado pode fazê-lo”, afirma.

Alexandre Zolko, criador da marca My Shoes, há três anos no mercado, também “depende da classe média (que) não para de crescer”. Seu credo? “O luxo acessível”. “Meus produtos são para quem compra a crédito”, disse ele nos bastidores da “Fashion Week Nails”.

De acordo com estatísticas oficiais, a classe média brasileira tem agora cerca de 95 milhões de pessoas, quase a metade da população do país.

 

Fonte: AFP


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